Ditongos

Adaptado para um nível inicial A1

Tema:
Ditongos

Fonética e léxico:

Os ditongos surgem nos encontros vocálicos. Quando uma vogal e uma semivogal1 encontram-se, forma-se um ditongo.

1 ou uma semivogal e uma vogal

Os ditongos podem ser crescentes, quando a semivogal antecede a vogal, ou decrescente, quando a vogal antecede a semivogal. Assim:

quase, preguiça, eloquente - Ditongos crescentes
[wa] [wi] [w~e]

sai, véu, fui - Ditongos decrescentes
[aj] [Ew] [uj]

Exercícios:

  • Ouça e repita:






In. COELHO, Mª. Luisa; OLIVEIRA, Carla: Aprender Português 1, Lisboa, Texto Editores, 2006
Transcrição:

pai; saia; baixo;
feio; bandeira; cheio;
mau; aula; austríaco.
  • Sublinhe os ditongos e diga se são crescentes ou decrescentes.
O pai do Fausto é baixo.
A aula está cheia de austríacos.
A saia da Laura é feia.

Demore o seu tempo: Roma e Pavia não se fizeram num dia



Provérbios:

"Roma e Pavia não se fizeram num dia" , " Devagar se vai ao longe", "Grão a grão enche a galinha o papo" ou "A pressa é inimiga da perfeição"

= tudo demora o seu tempo;
= os grandes trabalhos demoram tempo a fazer;
= não se deve tornar-se impaciente pela demora;
= não se deve apressar uma tarefa para atingir o fim, sob a pena de não a concretizar ou fazê-la mal.

Lição de Português (com referente no Inglês) Parte 1


Adaptado para um nível inicial A1/A2



Temas abordados:
  • Formas de cumprimento
  • Hora do dia
  • Formas de agradecimento
  • Adjectivos
  • Verbo "Ser" no presente do indicativo
  • Verbo "Estar" no presente do indicativo
  • Verbo "Ter" no presente do indicativo
  • Identidade
  • Léxico elementar

Identidade

Adaptado para um nível inicial A1/A2
Tema: Identidade e naturalidade


Olá! O meu nome é Nelson Mandela e sou Sul-africano.





Olá! O meu nome é Oprah Winfrey. Eu nasci no estado do Missisipi e sou uma cidadã Americana.




Olá! O meu nome é Shirin Ebadi e sou Iraniana. Nasci em Hamadã, mais propriamente.






Olá! O meu nome é Martin Luther King, Jr e sou Americano, pois nasci em Atlanta






Olá! O meu nome é Muhammad Yunus e eu nasci em Bangladesh.





Olá! O meu nome é Wangari Maathai e eu nasci em Nyeri, no Quénia.





Olá! O meu nome é Albert Arnold Gore, mas toda a gente me conhece por Al Gore. Nasci na capital dos Estados Unidos da América, Washington, DC.



Olá! O meu nome é Carlos Filipe Ximenes Belo. Eu nasci em Timor Leste, em Baucau, na costa norte do então Timor Português.




Olá! O meu nome é Mahatma Gandhi. Como nasci na Índia, sou Indiano.



Teoria Gramatical:

Sintaxe

  • Pronome Pessoal + Verbo ser + (artigo) Nome próprio

Ex.: Ele é o Fernando Pessoa.

  • (artigo) Pronome Possessivo + Nome/Apelido + verbo ser 3ª pessoa do singular + Nome próprio

Ex.: O seu apelido é Pessoa.

  • Pronome Pessoal + Verbo nascer no Pretérito Perfeito + Preposição "em" + País, Estado, Continente, etc..

Ex.: Ele nascer em Lisboa, Portugal.

  • Pronome Pessoal + Verbo Ser no Presente do Indicativo + Preposição "de" + País, Estado, Continente, etc..
Ex.: Ele é de Lisboa.

Pronomes Pessoais (Pron. Pess.)

Eu

Tu

Ele/ela

Nós

Vós

Eles /Elas

Pronome Possessivo (Pron. Poss.)

Meu

Teu

Seu/Sua; Dele/Dela

Nosso

Vosso

Seus/Suas:

Verbo Ser no Presente do Indicativo (V. Ser Pres. Ind.)

(Eu) Sou

(Tu) És

(Ele/ela) É

(Nós) Somos

(Vós) Sois

(Eles /Elas) São

+ (A gente*) É

*1ª pessoa do plural que se conjuga na 3ª pessoa do singular

Exercício:

Agora que nos apresentamos, apresenta-te tu.

Quem és tu?

____ ______ ___ ___________________

És de onde?

____ _______ ___ __________________

____ _______ ___ __________________

Alfabeto ( e identificação)

Adaptado para um nível inicial A1/A2




Com referente em mandarim:

Temas abordados:
  • Identificação: Nome e apelido

  • Alfabeto

  • Léxico elementar


Em português, o alfabeto é constituído por 26 letras, com 5 vogais e 21 consoantes. A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z. As vogais são o A, E, I, O, U, sendo as restantes consoantes. Quando se juntam duas vogais podem-se fazer ditongos (semivogais ou glides) como ai, ua, au em pai, quadro ou pau. Também é de marcar a presença de um carácter especial, o Ç, ou c de cedilha. Nota: no segundo vídeo aparece para a letra R a palavra "rabanada". No entanto, a imagem que lhe surge associada é a de um "rabanete"; a primeira designa uma iguaria portuguesa, muito popular no natal, também designada por fatias douradas, de pão, passado em leite e ovos, posteriormente frito e coberto em canela e açúcar.

Introdução rápida às competências linguísticas exigidas ao aprendente segundo o "Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas"

"5.2.1. As competências linguísticas

(...)A maioria dos linguistas descritivos contenta-se em codificar a prática, relacionando a forma e o significado, utilizando uma terminologia que se afasta da prática tradicional apenas onde tal é necessário para tratar os fenómenos exteriores à gama de modelos de descrição tradicionais. É esta a abordagem que é adoptada na secção 5.2. Tenta identificar e classificar as componentes principais da competência linguística, definida como o conhecimento de recursos formais a partir dos quais se podem elaborar e formular mensagens correctas e significativas, bem como a capacidade para os usar. O esquema seguinte pretende apenas apresentar como ferramentas de classificação alguns parâmetros e categorias que podem ser úteis para a descrição do conteúdo linguístico e como base de reflexão. Os profissionais que prefiram utilizar um outro quadro de referência devem sentir-se livres para o fazer, tanto aqui como em qualquer outra parte. Devem, nesse caso, identificar a teoria, a tradição e a prática que adoptam. Distinguimos aqui:

5.2.1.1. Competência lexical;
5.2.1.2. Competência gramatical;
5.2.1.3. Competência semântica;

5.2.1.4. Competência fonológica;
5.2.1.5. Competência ortográfica;

5.2.1.6. Competência ortoépica. (...)

ÂMBITO LINGUÍSTICO GERAL [descritivo]

C2 É capaz de explorar de forma exaustiva e fiável uma gama muito vasta de recursos linguísticos para formular os seus pensamentos com precisão, enfatizar, diferenciar questões e eliminar ambiguidades. Não mostra sinais de ter de reduzir aquilo que pretende dizer.
C1 É capaz de seleccionar uma formulação apropriada a partir de um vasto repertório linguístico para se exprimir com clareza sem ter que restringir aquilo que quer dizer.
B2 É capaz de se exprimir com clareza e quase sem dar a impressão de ter de restringir aquilo que quer dizer. Tem um leque bastante largo de recursos linguísticos que lhe permite fazer descrições claras, exprimir o seu ponto de vista e desenvolver uma argumentação sem procurar as palavras de maneira evidente, usando algumas expressões complexas para o fazer.
B1
Tem um repertório linguístico suficientemente lato para descrever situações imprevistas,
explicar a questão principal de uma ideia ou de um problema com bastante precisão e exprimir o seu pensamento sobre assuntos abstractos ou culturais, tais como a música ou o cinema. Possui meios linguísticos suficientes para sobreviver; tem o vocabulário suficiente para se exprimir com algumas hesitações e circunlocuções sobre assuntos como família, passatempos, interesses, trabalho, viagens e actualidades, mas as limitações lexicais provocam repetições e mesmo, às vezes, dificuldades com a formulação.
A2 Tem um repertório linguístico elementar que lhe permite lidar com as situações quotidianas de conteúdo previsível, ainda que, geralmente, necessite de estabelecer um compromisso entre a mensagem e a procura de palavras. É capaz de produzir expressões quotidianas breves de modo a satisfazer necessidades simples de tipo concreto: pormenores pessoais, rotinas quotidianas, desejos e necessidades, pedidos de informação. É capaz de usar padrões frásicos elementares e de comunicar com expressões memorizadas, grupos de poucas palavras e de expressões feitas sobre si e sobre outras pessoas, sobre aquilo que fazem, sobre lugares, bens, etc. Tem um repertório limitado de expressões memorizadas curtas que cobrem situações de sobrevivência previsíveis; rupturas e incompreensões frequentes ocorrem em situações não habituais.
A1 Tem um leque muito elementar de expressões simples sobre pormenores pessoais e necessidades de natureza concreta." .

In. Conselho da Europa: Quadro Europeu Cumum de Referência para as Línguas, Porto, ASA Editores, 2001

Portugal

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burrovelhonaoaprendelinguas.blogspot.com

O ensino de uma língua segunda ou uma língua estrangeira deve ser um ensino adequado às necessidades do aprendente. Num mundo multicultural, o contacto com as outras culturas visa-se, não só necessário , mas vital, à mútua compreensão. Para que se permita que a globalização não nos descaracterize na nossa individualidade, e para validar a própria cultura, este é um blog dedicado ao ensino da língua e cultura portuguesa.