Dias da semana

Adaptado para um nível inicial A1/A2

Tema:
Dias da semana



A semana tem 7 dias:

  • Segunda-feira
  • Terça-feira
  • Quarta-feira
  • Quinta-feira
  • Sexta-feira
  • Sábado
  • Domingo

Os dias correspondentes à semana de trabalho são, na oralidade, muitas vezes abreviados. Assim, muitas vezes são referidos como:

Segunda, Terça, Quarta, Quinta e Sexta

Os restantes pertencem ao fim-de-semana:

Sábado e Domingo

Em Abril, águas mil




(In. Diz que é uma Espécie deMagazine)

Provérbios:

"Em Abril, chuvas mil" ou "em Abril, águas mil"

= Reflecte o conhecimento popular sobre o estado do tempo no mês de Abril, mês chuvoso e inconstante, em Portugal.

Números

Adaptado para um nível inicial A1/A2

Tema:
Numerais cardinais

(com referente no Inglês)


Os numerais podem ser cardinais, ordinais, multiplicativos e fraccionários.

Hoje vamos-nos debruçar sobre os numerais cardinais.

"Os numerais cardinais são os números básicos. Servem para designar:

a) a quantidade em si mesma, caso em que valem por verdadeiros substantivos

Dois e dois são quatro.

b) uma quantidade certa de pessoas ou coisas, caso que acompanham um substantivo à semelhança dos adjectivos:

Geraldo levantou-se, deu três passos para a frente. (Osman Lins, FP, 158.)
- Botou a cinco cântaros o mel... e a dois lagares o azeite. (Aquilino Ribeiro, M, 44.)"

In. CINTRA, Luís F. Lindley; CUNHA, Celso: Nova gramática do Português Contemporâneo, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1997, p. 367

Vamos, então, comparar os numerais arábicos com os cardinais:

0. zero
  1. um
  2. dois
  3. três
  4. quatro
  5. cinco
  6. seis
  7. sete
  8. oito
  9. nove
  10. dez
  11. onze
  12. doze
  13. treze
  14. caquatorze
  15. quinze
  16. dezasseis ou dezesseis
  17. dezassete ou dezessete
  18. dezoito
  19. dezanove ou dezenove
  20. vinte
A partir daqui, junta-se o numeral das dezenas com o das unidades, utilizando, para uni-las, a conjunção [e]. Por exemplo:

23 » vinte (dezenas) e três (unidade)

Assim temos:

30. trinta
40. quarenta
50. cinquenta
60. sessenta
70. setenta
80. oitenta
90. noventa
100. cem (ou cento, quando associado a outro valor que não o redondo 100)

Também a partir daqui, se junta as centenas às dezenas e unidades, sempre separado pela conjunção [e]. Assim:

115. cento e quinze
178. cento e setenta e oito

E assim por diante. Assim

200. duzentos
300. trezentos
400. quatrocentos
500. quinhentos
600. seiscentos
700. setecentos
800. oitocentos
900. novecentos
1000. mil

A partir do milhar conta-se as unidades de milhar, dezenas de milhar centenas de milhar, até ao milhão (1.000.000). Como por exemplo:

4567. quatro mil, quinhentos e sessenta e sete
87453. oitenta e sete mil, quatrocentos e cinquenta e três
785498. setecentos e oitenta e cinco mil, quatrocentos e noventa e oito

(com referente no Inglês)


TEORIA GRAMATICAL:
"Flexão dos numerais.
Cardinais:

1. Os NUMERAIS CARDINAIS um, dois, e as centenas a partir de duzentos variam em género:

um - uma
dois - duas
duzentos - duzentas
trezentos - trezentas

2. Milhão, bilião (ou bilhao), trilhão, etc. comportam-se como substantivos e variam em número:

dois milhões
vinte trilhões

3. Ambos, que substitui o cardinal os dois, varia em género:

ambos os pés - ambas as mãos

4. Os outros CARDINAIS são invariáveis. (...)

Valores e empregos dos cardinais.

1. Na lista dos CARDINAIS costuma-se incluir zero (0), o que equivale a um substantivo, geralmente usado em aposição:

grau zero; desinência zero

2. Cem, forma reduzida de cento, usa-se como adjectivo invariável:

Cem rapazes; cem meninas

Cento é também invariável. Emprega-se hoje apenas:

a) na designação dos números entre cem e duzentos

cento e dois homens; cento e duas mulheres

b) precedido do artigo, com valor substantivo:

Comprou um cento de bananas. ; Pagou caro pelo cento de peras.

c) na expressão cem por cento.

3. Usa-se ainda conto (antigamente = um milhão de réis) no sentido de «mil escudos» (em Portugal) (...)

4. Bilião (que também se escreve bilhão, principalmente no Brasil), significava outrora «um milhão de milhões», valor que ainda conserva em Portugal (...). No Brasil (...) representa hoje «mil milhões». (...)

Cardinal como indefinido.

O emprego do número determinados pelo indeterminados é um processo de superlativação preferidos pelas línguas românicas.
Sirva de exemplo o cardinal mil, desde os começos da língua largamente usado para expressar e indeterminação exagerada:

Em Abril, chuvas mil [ou «em Abril, águas mil»]

Emprego da conjunção e com os cardinais.

1. A conjunção e é sempre intercalada entre as centenas, dezenas e unidades:

trinta e cinco
trezentos e quarenta e nove

2. Não se emprega a conjunção entre os milhares e as centenas, salvo quando o número terminar numa centena com dois zeros:

1892= mil oitocentos e noventa e dois
1800= mil e oitocentos

3. Em números muito grandes, a conjunção e emprega-se entre os membros da mesma ordem de unidades, e omite-se quando se passa de uma ordem para a outra:

293 572 =duzentos e noventa e três mil quinhentos e sessenta e dois
332 415 741 211 = trezentos e trinta e dois biliões (ou bilhões), quatrocentos e quinze milhões, setecentos e quarenta e um mil duzentos e onze. ".

Ibidem, pp.371-373



(com referente no Inglês)



Temas abordados:
  • Números
  • Numerais cardinais
  • Cardinal como indefinido
  • Conjunção e
  • Provérbio "Em Abril, águas mil."
Exercício:
  • Ouça o texto e escreva os números que são enunciados.

Revisão esquematizada de Número: singular- plural (parte 2)

Adaptado para um nível inicial A1/A2
Tema:Número: singular- plural (parte 2, esquematizado)

Regra geral:

Singular » Plural


[-r] » [-r + es]
[-z] » [-z + es]
[-n] » [-n + es]

[-s] » [-s + es] (quando se trata de palavras agudas)
[-s] » [-s] (quando se trata de palavras graves) i.e., mamtém-se =

[-al] » [-ais]
[-el] » [-eis]
[-ol] » [-ois]
[-ul] » [-uis]

[-il] » [-is] (quando se trata de palavras agudas)
[-il] » [-eis] (quando se trata de palavras graves)

Número: Singular - Plural (parte 2)


Tema: Número: Singular - Plural (parte 2)

TEORIA GRAMATICAL:

Número
Formação do Plural:
"Substantivos terminados em consoante.

1. Os substantivos terminados em -r, -z e -n formam o plural acrescentando -es ao singular:

(...) mar - mares; colher - colheres; rapaz - rapazes; raiz - raízes; abdómen - abdómenes (...)

2. Os substantivos terminados em -s, quando oxítonos, formam o plural acrescentando também -es ao singular; quando paroxítonos, são invariáveis:

(...) ananás - ananases; país - paises; lápis- lápis; oásis, oásis (...)

Obs.
1ª O monossílabo cais é invariável. (...)
2ª Como os paroxítonos em -s, os poucos substantivos existentes em -x são invariáveis: o tórax- os tórax (...)


3. Os substantivos terminados em -al, -el, -ol e -ul substituem no plural o -l por -is:

(...) animal- animais; móvel - moveis; lençol - lençóis; paul - pauis (...)

Obs.
Exceptuam-se as palavras mal, real (moeda) e cônsul e seus derivados, que fazem, respectivamente, males, réis, cônsules e, por este, procônsules, vice-cônsules.


4. Os substantivos oxítonos terminados em -il mudam o -l em -s:

(...) covil- covis; funil - funis (....)

5. Os substantivos paroxítonos terminados em -il substituem esta terminação por -eis:

(...) fóssil - fósseis; réptil - répteis (...)

6. Nos diminutivos formados com sufixos -zinho e -zito, tanto o substantivo primitivo como o sufixo vão para o plural, desaparecendo, porém, o -s do plural do substantivo primitivo. Assim:

(...) balãozinho - balõe(s) + zinho > balõezinhos; cãozito - cãe(s) + zito> cãezitos (...)

Substantivos de um só número.

1. Há substantivos que só se empregam no plural

(...) alvíssaras, anais, arredores, belas-artes, calendas, cãs, condolências, esponsais, férias, fezes, matinas, núpcias, óculos, olheiras, pêsames, copas ouros paus espadas (naipe) (...)

2. Outros substantivos existem que se usam habitualmente no singular. Assim os nomes de metais e os nomes abstractos: ferro, ouro, cobre; fe, esperança, caridade. Quando aparecem no plural, têm de regra em sentido diferente. Comparem-se, por exemplo cobre (metal) a cobres (dinheiro), ferro (metal) a ferros (ferramentas, aparelhos)."

In. CINTRA, Luís F. Lindley; CUNHA, Celso: Nova gramática do Português Contemporâneo, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1997, pp.185-187

Exercício:

Faça a correspondência do plural:

Açúcar - ___________
Reitor - ____________
Cruz - _____________
Cânon - ____________
Glúten- ____________
Português - __________
Pires - _____________
Casal - _____________
Papel - _____________
Farol - ___________
Mal - ____________
Ardil - ___________
Barril - ___________
Projéctil - _________
Papelzinho - ________
Rapazito - _________




Revisão esquematizada de Número: singular- plural (parte 1)

Tema:Número: singular- plural (parte 1, esquematizado)

Regra geral:

Singular » Plural

-V » -V[s]
-VG » -VG[s]

Regras especiais:

Singular » Plural

[-ão] » [-ões] (maioria das palavras e também aumentativos com esta terminação)
[-ão] » [-ães] (algumas palavras)
[-ão] » [-ãos] (certas palavras graves e agudas)

Algumas formas ainda não se fixaram e podem ter múltiplos plurais.


Vogal (V)- "n substantivo feminino
1 Rubrica: fonética.
som da fala em cuja articulação a parte oral do canal de respiração não fica bloqueada nem constrita o bastante para causar uma fricção audível
2 Rubrica: acústica, fonética.
som da fala em que há o elemento voz, ou seja, um som musical, formado de um tom fundamental e harmônico
3 Rubrica: lingüística, ortografia.
cada uma das letras que representam os fonemas vocálicos de uma língua [Em português são cinco: a, e, i, o, u.]"

Glide (G) -"1 som de transição, não distintivo, produzido pela passagem dos órgãos fonadores e articuladores de uma posição para outra (p.ex., na fala carioca, entre uma vogal e uma chiante final é pronunciada a semivogal [i], que é um glide: n[ói]s 'nós', p[ai]s 'paz' etc., por influência da chiante que, como o [i], é pronunciada perto do palato duro)
2 m.q. semivogal"
In. Instituto Antônio Houaiss, Houaiss: Dicionário Eletrônico, v. 1.0, Editora Objectiva, Ltda, 200
1

Número: singular - plural (parte 1)

Tema: Número: Singular - Plural (parte 1)


TEORIA GRAMATICAL:


Tanto os substantivos como os adjectivos podem dividir-se em número, género e grau. Vejamos o primeiro.

"Número

Quanto à flexão de número os substantivos podem estar:

a) no SINGULAR, quando designam um ser único, ou um conjunto de seres considerados como um todo (SUBSTANTIVO COLECTIVO):

aluno
cão
mesa
povo
manada
tropa

b) no PLURAL, quando designam mais de um ser, ou mais de um desses conjuntos orgânicos

alunos
cães
mesas
povos
manadas
tropas

Formação do Plural:

Substantivos terminados em vogal ou ditongo

Regra geral:

O plural dos substantivos terminados em vogal ou ditongo forma-se acrescentando-se -s ao singular

(...) estante - estantes; pai - pais; lei - leis; chapéu - chapéus (...)

Incluem-se nesta regra os substantivos terminados em vogal nasal. Como a nasalidade das vogais /e/, /i/, /o/e /u/, em posição final, é representada graficamente por -m, e não se pode escrever -ms, muda-se o -m em -n. Assim: bem faz no plural bens; (...) som faz sons (...)

Regras especiais:

1- Os substantivos terminados em -ão formam o plural de três maneiras

a) a maioria muda a terminação -ão em -ões:

(...) botão - botões; eleição - eleições; leão - leões; opinião - opiniões(...)

Neste grupo se incluem todos os aumentativos

(...) casarão - casarões; espertalhão - espertalhões; rapagão - rapagões (...)

b) um reduzido número muda a terminação -ão em -ães:

(...) alemão - alemães; guardião - guardiães; pão - pães (...)

c) um número pequeno de oxítonos* e todos os paroxítonos** acrescentam simplesmente um -s à forma singular:

(...) cidadão - cidadãos; irmão - irmãos; órfão - órfãos (...)

2- Para alguns substantivos finalizados em -ão, não há ainda uma forma de plural definitivamente fixada, note-se porém, na linguagem corrente, uma preferência sensível pela formação mais comum em -ões. É o caso dos seguintes:

(...) aldeão - aldeãos, aldeões, aldeães; corrimão - corrimãos, corrimões; verão - verões, verãos(...)***"

In. CINTRA, Luís F. Lindley; CUNHA, Celso: Nova gramática do Português Contemporâneo, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1997, pp.180-183

* palavras de acentuação aguda
** palavras de acentuação grave
***mas também alão, alazão, anão, ancião, castelão, deão, ermitão, hortelão, refrão, rufião, sultão, truão, vilões.
[ Continua]
Exercício:

Faça a correspondência do plural:

Mãe - ____________
Herói - ___________
Javali - ___________
Perú - ____________
Atum - ___________
Questão - _________
Estação - __________
Nação - ___________
Sabichão - _________
Capitão - __________
Charlatão - ________
Bênção - __________
Órgão - ___________
Mão - _____________
Anão - ____________
Vilão - ____________

Horas do dia

Adaptado para um nível inicial A1/A2
Tema: Horas do dia e formas de cumprimento

Compreensão escrita e conversação:


O dia divide-se em três partes essenciais: a manhã, a tarde e a noite.



A manhã é o período desde o levantar do sol até ao meio-dia. Durante a manhã, as pessoas costumam dizer, ao cumprimentar-se, "Bom dia!"





Já à tarde, ao encontrarem-se com alguém, dizem "Boa tarde!". A partir do meio dia, e até o sol se pôr, é de tarde.





Depois vem a noite. Esta é a altura de ir dormir. Mas não antes das pessoas dizerem "Boa noite!" umas às outras.





Léxico essencial:

  • Manhã
  • Tarde
  • Noite
  • Meio-dia
  • Pôr de sol
Expressões essenciais:
  • Bom dia!
  • Boa tarde!
  • Boa noite!

Ditongos

Adaptado para um nível inicial A1

Tema:
Ditongos

Fonética e léxico:

Os ditongos surgem nos encontros vocálicos. Quando uma vogal e uma semivogal1 encontram-se, forma-se um ditongo.

1 ou uma semivogal e uma vogal

Os ditongos podem ser crescentes, quando a semivogal antecede a vogal, ou decrescente, quando a vogal antecede a semivogal. Assim:

quase, preguiça, eloquente - Ditongos crescentes
[wa] [wi] [w~e]

sai, véu, fui - Ditongos decrescentes
[aj] [Ew] [uj]

Exercícios:

  • Ouça e repita:






In. COELHO, Mª. Luisa; OLIVEIRA, Carla: Aprender Português 1, Lisboa, Texto Editores, 2006
Transcrição:

pai; saia; baixo;
feio; bandeira; cheio;
mau; aula; austríaco.
  • Sublinhe os ditongos e diga se são crescentes ou decrescentes.
O pai do Fausto é baixo.
A aula está cheia de austríacos.
A saia da Laura é feia.

Demore o seu tempo: Roma e Pavia não se fizeram num dia



Provérbios:

"Roma e Pavia não se fizeram num dia" , " Devagar se vai ao longe", "Grão a grão enche a galinha o papo" ou "A pressa é inimiga da perfeição"

= tudo demora o seu tempo;
= os grandes trabalhos demoram tempo a fazer;
= não se deve tornar-se impaciente pela demora;
= não se deve apressar uma tarefa para atingir o fim, sob a pena de não a concretizar ou fazê-la mal.

Lição de Português (com referente no Inglês) Parte 1


Adaptado para um nível inicial A1/A2



Temas abordados:
  • Formas de cumprimento
  • Hora do dia
  • Formas de agradecimento
  • Adjectivos
  • Verbo "Ser" no presente do indicativo
  • Verbo "Estar" no presente do indicativo
  • Verbo "Ter" no presente do indicativo
  • Identidade
  • Léxico elementar

Identidade

Adaptado para um nível inicial A1/A2
Tema: Identidade e naturalidade


Olá! O meu nome é Nelson Mandela e sou Sul-africano.





Olá! O meu nome é Oprah Winfrey. Eu nasci no estado do Missisipi e sou uma cidadã Americana.




Olá! O meu nome é Shirin Ebadi e sou Iraniana. Nasci em Hamadã, mais propriamente.






Olá! O meu nome é Martin Luther King, Jr e sou Americano, pois nasci em Atlanta






Olá! O meu nome é Muhammad Yunus e eu nasci em Bangladesh.





Olá! O meu nome é Wangari Maathai e eu nasci em Nyeri, no Quénia.





Olá! O meu nome é Albert Arnold Gore, mas toda a gente me conhece por Al Gore. Nasci na capital dos Estados Unidos da América, Washington, DC.



Olá! O meu nome é Carlos Filipe Ximenes Belo. Eu nasci em Timor Leste, em Baucau, na costa norte do então Timor Português.




Olá! O meu nome é Mahatma Gandhi. Como nasci na Índia, sou Indiano.



Teoria Gramatical:

Sintaxe

  • Pronome Pessoal + Verbo ser + (artigo) Nome próprio

Ex.: Ele é o Fernando Pessoa.

  • (artigo) Pronome Possessivo + Nome/Apelido + verbo ser 3ª pessoa do singular + Nome próprio

Ex.: O seu apelido é Pessoa.

  • Pronome Pessoal + Verbo nascer no Pretérito Perfeito + Preposição "em" + País, Estado, Continente, etc..

Ex.: Ele nascer em Lisboa, Portugal.

  • Pronome Pessoal + Verbo Ser no Presente do Indicativo + Preposição "de" + País, Estado, Continente, etc..
Ex.: Ele é de Lisboa.

Pronomes Pessoais (Pron. Pess.)

Eu

Tu

Ele/ela

Nós

Vós

Eles /Elas

Pronome Possessivo (Pron. Poss.)

Meu

Teu

Seu/Sua; Dele/Dela

Nosso

Vosso

Seus/Suas:

Verbo Ser no Presente do Indicativo (V. Ser Pres. Ind.)

(Eu) Sou

(Tu) És

(Ele/ela) É

(Nós) Somos

(Vós) Sois

(Eles /Elas) São

+ (A gente*) É

*1ª pessoa do plural que se conjuga na 3ª pessoa do singular

Exercício:

Agora que nos apresentamos, apresenta-te tu.

Quem és tu?

____ ______ ___ ___________________

És de onde?

____ _______ ___ __________________

____ _______ ___ __________________

Alfabeto ( e identificação)

Adaptado para um nível inicial A1/A2




Com referente em mandarim:

Temas abordados:
  • Identificação: Nome e apelido

  • Alfabeto

  • Léxico elementar


Em português, o alfabeto é constituído por 26 letras, com 5 vogais e 21 consoantes. A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z. As vogais são o A, E, I, O, U, sendo as restantes consoantes. Quando se juntam duas vogais podem-se fazer ditongos (semivogais ou glides) como ai, ua, au em pai, quadro ou pau. Também é de marcar a presença de um carácter especial, o Ç, ou c de cedilha. Nota: no segundo vídeo aparece para a letra R a palavra "rabanada". No entanto, a imagem que lhe surge associada é a de um "rabanete"; a primeira designa uma iguaria portuguesa, muito popular no natal, também designada por fatias douradas, de pão, passado em leite e ovos, posteriormente frito e coberto em canela e açúcar.

Introdução rápida às competências linguísticas exigidas ao aprendente segundo o "Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas"

"5.2.1. As competências linguísticas

(...)A maioria dos linguistas descritivos contenta-se em codificar a prática, relacionando a forma e o significado, utilizando uma terminologia que se afasta da prática tradicional apenas onde tal é necessário para tratar os fenómenos exteriores à gama de modelos de descrição tradicionais. É esta a abordagem que é adoptada na secção 5.2. Tenta identificar e classificar as componentes principais da competência linguística, definida como o conhecimento de recursos formais a partir dos quais se podem elaborar e formular mensagens correctas e significativas, bem como a capacidade para os usar. O esquema seguinte pretende apenas apresentar como ferramentas de classificação alguns parâmetros e categorias que podem ser úteis para a descrição do conteúdo linguístico e como base de reflexão. Os profissionais que prefiram utilizar um outro quadro de referência devem sentir-se livres para o fazer, tanto aqui como em qualquer outra parte. Devem, nesse caso, identificar a teoria, a tradição e a prática que adoptam. Distinguimos aqui:

5.2.1.1. Competência lexical;
5.2.1.2. Competência gramatical;
5.2.1.3. Competência semântica;

5.2.1.4. Competência fonológica;
5.2.1.5. Competência ortográfica;

5.2.1.6. Competência ortoépica. (...)

ÂMBITO LINGUÍSTICO GERAL [descritivo]

C2 É capaz de explorar de forma exaustiva e fiável uma gama muito vasta de recursos linguísticos para formular os seus pensamentos com precisão, enfatizar, diferenciar questões e eliminar ambiguidades. Não mostra sinais de ter de reduzir aquilo que pretende dizer.
C1 É capaz de seleccionar uma formulação apropriada a partir de um vasto repertório linguístico para se exprimir com clareza sem ter que restringir aquilo que quer dizer.
B2 É capaz de se exprimir com clareza e quase sem dar a impressão de ter de restringir aquilo que quer dizer. Tem um leque bastante largo de recursos linguísticos que lhe permite fazer descrições claras, exprimir o seu ponto de vista e desenvolver uma argumentação sem procurar as palavras de maneira evidente, usando algumas expressões complexas para o fazer.
B1
Tem um repertório linguístico suficientemente lato para descrever situações imprevistas,
explicar a questão principal de uma ideia ou de um problema com bastante precisão e exprimir o seu pensamento sobre assuntos abstractos ou culturais, tais como a música ou o cinema. Possui meios linguísticos suficientes para sobreviver; tem o vocabulário suficiente para se exprimir com algumas hesitações e circunlocuções sobre assuntos como família, passatempos, interesses, trabalho, viagens e actualidades, mas as limitações lexicais provocam repetições e mesmo, às vezes, dificuldades com a formulação.
A2 Tem um repertório linguístico elementar que lhe permite lidar com as situações quotidianas de conteúdo previsível, ainda que, geralmente, necessite de estabelecer um compromisso entre a mensagem e a procura de palavras. É capaz de produzir expressões quotidianas breves de modo a satisfazer necessidades simples de tipo concreto: pormenores pessoais, rotinas quotidianas, desejos e necessidades, pedidos de informação. É capaz de usar padrões frásicos elementares e de comunicar com expressões memorizadas, grupos de poucas palavras e de expressões feitas sobre si e sobre outras pessoas, sobre aquilo que fazem, sobre lugares, bens, etc. Tem um repertório limitado de expressões memorizadas curtas que cobrem situações de sobrevivência previsíveis; rupturas e incompreensões frequentes ocorrem em situações não habituais.
A1 Tem um leque muito elementar de expressões simples sobre pormenores pessoais e necessidades de natureza concreta." .

In. Conselho da Europa: Quadro Europeu Cumum de Referência para as Línguas, Porto, ASA Editores, 2001

Portugal

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